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Dez anos sem Roberto Pires!

28/06/2011

Há dez anos, em 27 de junho de 2001, faleceu Roberto Pires, vítima de um câncer provavelmente contraído quando dirigia o filme "Césio 137 - O Pesadelo de Goiânia" (1990). Nome de fundamental importância para o Ciclo Baiano de Cinema, e um dos precursores do Cinema Novo Brasileiro, foi profissional completo do cinema


Roberto Pires dirigiu 8 longas, além dediversos curtas e documentários, produziu, montou, realizou efeitos especiais ecenários, além de inventar soluções e equipamentos. Personalidade agregadora, ele teve 10 filhos.

Cineasta de muitas habilidades, construiu uma lente anamórfica e um sistema de som magnética para para realizar o primeiro longa metragem da Bahia, "Redenção" (1959), e dirigiu filmes importantes para o Cinema Novo e Ciclo Bahiano de Cinema, como "A Grande Feira" (1961) e "Tocaia no Asfalto" (1962). No RIo, realizou "Crime de Sacopã" (1963), e também de "Máscara da Traição" (1969), e "Em Busca do Su$exo" (1970).



A partir da década de 70, se interessa pela questão nuclear e milita contra o uso da energia atômica no mundo. Dentro dessa linha, realiza "Abrigo Nuclear" (1980) e "Césio 137", além de realizar documentários como "Alternativa Energética" (1982), e "Biodigestor" e "Energia Solar", os dois últimos em 1991, enquanto trabalhava para o Centro de Produção Cultural e Educativa (CPCE) da Universidade de Brasília (UnB).

Saiba mais: http://cinecluberobertopires.blogspot.com/

 


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